Ondas curtas conta a história de uma jovem estágiaria que se apaixona por seu primeiro paciente, o problema é que ele fala inglês, lingua a qual ela não entende nada. Com Stella Maris Saldanha, Alexandre Guimarães e Maira Arrais no elenco. Confiram, com exclusividade, o trailer.
sábado, 29 de novembro de 2008
Ondas curtas
Ondas curtas conta a história de uma jovem estágiaria que se apaixona por seu primeiro paciente, o problema é que ele fala inglês, lingua a qual ela não entende nada. Com Stella Maris Saldanha, Alexandre Guimarães e Maira Arrais no elenco. Confiram, com exclusividade, o trailer.
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Na Natureza Selvagem (Into the Wild)
Por Natali Assunção
EUA / 2007 / 140 MIN.
Direção/Roteiro: Sean Penn.
Elenco: Emile Hirsch, Marcia Gay Harden, William Hurt, Jena Malone, Catherine Keener, Vince Vaughn, Kristen Stewart, Hal Holbrook
Baseado no Livro homônimo de John Krakauer.
De Espelhos do Medo e Última Parada 174 para cá não pude ver mais nada no cinema, em compensação tenho visto muita coisa em DVD, é por isso que dessa vez resolvi comentar sobre o melhor filme que vi nessa safra que peguei na locadora: Na Natureza Selvagem, de Sean Penn (ator de Os Últimos Passos de Um Homem e diretor de A Promessa).
Essa é uma adaptação do livro homônimo de John Krakauer, baseado em fatos reais, que conta a história de Chris McCandless (Emile Hirsch de Speed Racer), jovem americano que não se relacionava muito bem com os pais e não se enc
aixava no “sistema” no qual vivia. Ao se formar, ele decidiu abandonar tudo e seguir seu próprio destino sem deixar vestígios. Chris, então, queimou seu dinheiro, identificação e cartões de crédito. Deixou para trás seu carro, sua família e tudo o que estava programado para ele e seguiu seu rumo, cujo principal destino seria o Alasca. Aventurou-se, então em diversos pontos dos Estados Unidos, onde conheceu pessoas interessantes que o ajudaram em sua busca. Chris desejava estar só e em contato com a natureza da maneira mais natural e pura possível.
Durante essa “aventura”, Chris manteve um diário, que, posteriormente, tornou-se uma das maiores fontes de John Krakauer para a construção do livro, além de pesquisas e entrevistas. Enquanto adaptação o filme foi muito feliz, porque conseguiu captar bem a atmosfera do livro, além de registrar magistralmente as paisagens antes descritas em palavras. Reflexivo, contemplativo, envolvente, emociona
nte... Muitos são os adjetivos que podem ser aplicados a esse longa. Devo admitir que fiquei impressionada com o que vi. Como já conhecia a história, minha expectativa era grande, mas a surpresa foi muito boa: encontrei no filme um elenco afinado, uma fotografia maravilhosa e uma trilha sonora (assinada por Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam) simplesmente magnífica. Além de tudo, Na Natureza Selvagem é dotado de uma beleza e uma fluidez que cabem perfeitamente nesse projeto. Sean Penn acertou em cheio nas suas escolhas e construiu uma obra exemplar, tanto no quesito técnico quanto em relação à emoção.
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Filme Noir
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
A abelha
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Última Parada 174
Há algum tempo que não posso afirmar isso, mas esse filme valeu meu ingresso. Embora muita gente considere esse longa uma mistura de Cidade de Deus, Cidade dos Homens e Era uma vez, apesar das semelhanças, eu vi aqui uma obra muito bem pensada e realizada. Mas ainda assim tenho minhas ressalvas. Bom, vamos começar pela história: Última Parada 174 é uma ficção baseada em fatos reais (mais especificamente: no caso de 2000, quando Sandro Nascimento fez algumas pessoas de refém em um ônibus da linha Central-Gávea, no Rio de Janeiro). Antes desse filme, José Padilha (diretor de Tropa de Elite) realizou um documentário sobre o mesmo caso, Ônibus 174. Como ainda não consegui ver o doc (não por falta de vontade), não poderei fazer nenhum tipo de comparação ou traçar paralelos. Pois bem, Última Parada 174 não foca a história no dia do seqüestro, nem naqueles momentos de tensão. Na verdade, o filme retrata o ponto de vista do seqüestrador. Através das lentes do cineasta, os espectadores acompanham toda a história de Sandro (Michel Gomes), desde a sua infância conturbada até a idade adulta. Vemos como esse garoto sofreu, como ele teve que morar nas ruas, como foi preso por uma instituição de menores infratores e também como ele perdeu drasticamente pessoas queridas. O diretor acompanha a vida de Sandro e constrói a sua personalidade diante da tela. Ao mesmo tempo em que Bruno Barreto apresenta essa vítima da sociedade, ele também mostra, delicadamente, as inúmeras vezes que esse mesmo garoto poderia ter seguido caminhos diferentes. A vida é feita de escolhas e Sandro fez as dele. No fim de tudo, o dia do seqüestro fica em segundo plano. As cinco horas vividas no ônibus 174 são os momentos finais do filme. O melhor do longa é o elenco composto por ilustres desconhecidos que impressionam e entram de fato nos personagens. Outro ponto alto é a fotografia impecável. Além disso, vale a pena ressaltar a maneira como Barreto chama atenção para detalhes psicológicos dos personagens através de elementos de cena e detalhes. Mas o que realmente me incomodou em Última Parada 174 é a maneira como Sandro é retratado como vítima o tempo inteiro. O cineasta registra o fato de Sandro ter tido oportunidades, mas isso acontece apenas em segundo plano, muito sutilmente. A impressão que fica é que ele foi uma vítima absoluta que não pôde lutar diante dos fatos. Ou seja, um bom filme, com boas atuações e tecnicamente muito bem realizado, embora, na minha opinião, a maneira como o protagonista ér etratado tenha deixado a desejar. Mas vamos ver se ele vai conseguir ser selecionado e representar o Brasil no Oscar 2009.
Natali Assunção é estudante do nono período de Rádio e TV na UFPE. Sempre foi uma garota estranha e gosta muito de cinema. No momento, estagia na TV Jornal e participa do quadro Cinema Total toda quinta-feira às 16h10min no programa CBN Total, da rádio CBN. Ela é fã de Tim Burton, gosta de café, é muito distraída e tem um senso de humor peculiar.
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terça-feira, 28 de outubro de 2008
Espelhos do Medo (Mirrors)
EUA/Romênia / 2008 / 110min.Direção: Alexandre Aja.
Pegue Jack Bauer mais conflitos emocionais. Coloque-os em um ambiente escuro, abandonado, assustador e assombrado, acrescente uma trilha sonora daquelas com indicações dos momentos de susto e que pontua absolutamente cada momento da narrativa. Mais uma pitada de efeitos especiais, sangue à gosto, um mocinho em busca de uma solução que tem tempo contado e... Pronto! Espelhos do medo! Com essa fórmula você tem um filme de terror daqueles bem engraçados. Tudo bem, quando eu decidi ver esse filme eu não esperava uma obra prima, mesmo assim, deixou muito a desejar. E olha que gosto de filmes de terror. Bom, o longa conta a história de Ben (Kiefer Sutherland, da série 24 horas), um detetive atormentado, alcoólatra e deprimido. Após uma situação traumática, ele está no fundo do poço: dormindo no sofá da irmã, separado da esposa e dos dois filhos e afastado do cargo. Para tentar voltar aos eixos Ben consegue um emprego de vigia noturno em uma loja abandonada, incendiada há cinco anos. Até aí tudo bem. O problema é que de cara ele percebe que o tal lugar não é normal e coisas muito estranhas começam a acontecer, mas não se preocupe, não há riscos de oespectador não perceber o que se desenrola na tela. Tudo no filme é apresentado de maneira bem óbvia e mastigada. Ou seja, nada de terror psicológico, mas muitas tentativas de sustos com música e muitos efeitos especiais. O negócio é que os espelhos dessa loja começam a atormentá-lo para que ele os ajude a desvendar um mistério. Para que isso aconteça, Ben começa a ser perseguido em qualquer lugar que possua um espelho ou qualquer coisa que reflete imagens (e você vai perceber como essas coisinhas estão em TODO lugar). E para que ele se empenhe mais ainda nessa busca, as pessoas que o rodeiam também entram na roda. A partir daí ele tenta convencer pessoas de que não está louco, tenta desesperadamente desvendar o tal mistério, a fim de salvar vidas, corre contra o tempo... Tudo isso para descobrir que o mote do filme é completamente sem sentido e nada interessante. (Não que isso não fosse de se esperar). Em compensação,é importante registrar aqui que esse não é o pior filme do mundo (tratando-se desse gênero), mas está muito longe de ser bom. É como eu disse logo no começo, é mais um filme daqueles de terror que matam você de rir.
Natali Assunção é estudante do nono período de Rádio e TV na UFPE. Sempre foi uma garota estranha e gosta muito de cinema. No momento, estagia na TV Jornal e participa do quadro Cinema Total toda quinta-feira às 16h10min no programa CBN Total, da rádio CBN. Ela é fã de Tim Burton, gosta de café, é muito distraída e tem um senso de humor peculiar.
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segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Estrada

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sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Um ponto três
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Mais uma produção do Boneca de Pano
Os cursos de comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco têm gerado bons frutos. Esse é o caso das meninas da Boneca de Pano, Alba Azevedo e Nara Viana, que estão cursando o último período de Radialismo e TV e, por isso, já começaram a desenvolver um projeto de conclusão de curso. As duas estão dirigindo a adaptação homônima do conto de Carlos Drummond de Andrade, Depois do Jantar. Esse é um projeto antigo, mas que veio bem a calhar no último período da faculdade. Pois bem, a autorização foi adquirida, o texto foi adaptado e uma seleção de atores foi realizada. Estão no elenco: Giordano Castro (ator e estudante de artes cênicas da UFPE), Pedro Dias (da peça O Circo Ratatan) e Germano Haiut (do filme O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias). As gravações aconteceram nos dias 14, 16 e 17 deste mês. Foram duas locações: o Sítio da Trindade e um edifício localizado na Rua do Futuro. Para a realização desse projeto foram providenciados: segurança da Polícia Militar, autorizações e a movimentação da EMLURB (Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana). Já em relação aos equipamentos, a dupla estabeleceu uma parceria com a Cabra Quente, que forneceu toda a estrutura necessária para que o curta fosse realizado. Durante esses dias (e até mesmo antes deles) todos os problemas possíveis e imagináveis aconteceram (como tem que ser sempre), mas todos foram contornados e, apesar dos muitos imprevistos, o cronograma foi cumprido e todas as cenas foram filmadas. Por isso, já posso adiantar que a Boneca de Pano Produções vem trazendo coisa boa. Um curta metragem de ficção recheado de boas atuações, humor e sarcasmo. E para quem quiser conferir Sobre Duas Rodas, último trabalho das meninas: http://esferartv.blogspot.com/2008/10/sobre-duas-rodas.html.
Natali Assunção é estudante do nono período de Rádio e TV na UFPE. Sempre foi uma garota estranha e gosta muito de cinema. No momento, estagia na TV Jornal e participa do quadro Cinema Total toda quinta-feira às 16h10min no programa CBN Total, da rádio CBN. Ela é fã de Tim Burton, gosta de café, é muito distraída e tem um senso de humor peculiar.
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